Câncer de pele: O que você precisa saber para evitar

Câncer de pele: O que você precisa saber para evitar

O mês de dezembro marca a chegada do verão.  Com ele, a nossa atenção se volta para doenças como o câncer de pele. 

Isso porque é nessa época do ano em que ficamos mais expostos, ao fazer atividades ao ar livre e ir a praia, por exemplo. A exposição prolongada e desprotegida ao sol pode causar além do câncer de pele, outros danos como sardas, melasma, envelhecimento precoce e queimaduras. 

É por isso que a prevenção é tão importante! Para te ajudar a entender melhor essa doença, separamos algumas dicas que podem ser úteis no combate ao câncer de pele. 

 

O que é o câncer de pele?

O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. 

Essa doença é um tumor que atinge a pele. Ele ocorre quando as células se multiplicam sem controle e pode ser classificado de duas formas:

– Câncer de pele melanoma: Tem origem nas células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele e é mais frequente em adultos brancos. Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase.

– Câncer de pele não melanoma: Mais frequente no Brasil, responsável por 30% de todos os casos de tumores malignos registrados no País. Tem alta chance de cura, desde que seja detectado e tratado precocemente. Apresenta tumores de diferentes tipos, os mais frequentes são: o carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide.

 

Sintomas e fatores de risco

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sintomas do câncer de pele são:

– Manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram.

– Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor.

– Feridas que não cicatrizam em 4 semanas.

O câncer de pele ocorre principalmente nas áreas do corpo que são mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas. Se não tratado adequadamente, pode destruir essas estruturas.

Qualquer pessoa pode desenvolver o câncer de pele, mas aquelas com pele muito clara, albinas, com vitiligo ou em tratamento com imunossupressores, são mais sensíveis ao sol. O câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos.

É considerado raro em crianças e pessoas negras. Exceto pessoas com essas características que tenham algum outro tipo de problema cutâneo. 

Apesar desse índice, a média da idade vem diminuindo com o passar dos anos. Tendo em vista que pessoas jovens têm se exposto constantemente aos raios solares.

Os principais fatores de risco para o câncer de pele não melanoma são:

– pessoas de pele clara, olhos claros, albinos ou sensíveis à ação dos raios solares;

– pessoas com história pessoal ou familiar deste câncer;

– pessoas com doenças cutâneas 

– pessoas que trabalham sob exposição direta ao sol;

– exposição prolongada e repetida ao sol;

– exposição a câmaras de bronzeamento artificial.

câncer de pele

 

Prevenção do câncer de pele

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o câncer de pele.

Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol.

Medidas de proteção:

– Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares.

– Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas.

– Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas (horário de verão).

– Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.

– Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou de diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo.  Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.

– Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

– Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

– Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.

 

O mais importante: Assim que perceber qualquer sintoma ou sinal que possa ser câncer de pele, procure o mais rapidamente o profissional de saúde especialista para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento. 

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